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Pergunta do leitor: cruzamentos com ADAs e ARs

O nosso amigo e leitor do Vida de  Periquito entrou em contato com uma pergunta bem legal para compartilhar com todos:


Se cruzar duas fêmeas comuns com o AR e ADA os filhotes nascerão comuns? E quais cores você me aconselharia para cada um deles ?




Tiago, primeiramente é importante ler sobre os tipos de mutações de periquitos e como se processa em cada caso, possuímos diversos artigos explicando tudo isto. Mas em resumo é simples, só temos dominantes e recessivos e os sexo ligado, ou ligado ao sexo como se fala. Aprendeu pra um aprendeu pra todos.
Os ADA são chamados codominantes, significa que acasalando um ADA (tanto faz macho ou fêmea) com um normal ( ou comum como falas ) metade será ADA e metade normal, sempre.
ADA heterozigoto ou simples fator.
ADA homozigoto (duplo fator) celeste gold face.
Os AR são recessivos e para termos filhotes AR temos que ter dois AR ou pelo menos um AR e um portador de AR, ou até mesmo dois portadotres de AR. No caso em  que perguntas, se cruzar um comum (normal) com um AR (também independe do sexo de um e de outro), vamos obter apenas todos os filhotes portadores de AR.
um filhotinho, macho, Ar (arlequino recesivo) verde escuro.

arlequim (Ar) cinza


Existe uma terceira mutação que é a sexo ligado onde estão os albinos, lutinos, canelas, opalinos, corpo claro e rendados. Nestes a fêmea não passa nada, apenas filhotes machos portadores. O macho destas mutações com uma fêmea normal passa filhas apenas e para conseguir filhotes machos tem que ter os dois no casal, um da mutação ou portador e uma fêmea.
O teu ADA pode ser acasalado com uma fêmea normal e de preferencia de uma cor diferente da dele para variar as cores dos filhotes.
O teu AR deveria ser acasalado com uma portadora de AR para conseguir filhotes AR,caso contrário só nasceria normais portador de AR
Tiago, esperamos ter tirado suas dúvidas. Muito obrigado por participar no Vida de Periquito, e boa sorte em sua criação.
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Foto da Semana: por Lilian F. Almeida


A nossa caríssima Lilian F. Almeida do Japão entrou em contato esta semana e nos abrilhantou com essas lindíssimas fotos. É claro que só poderíamos comemorar com mais uma Fotos da Semana!

Lilian muito obrigado pelas fotos e por participar no Vida de Periquito!





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Num Galpão Gaúcho lá em Vila Nova - RS Andréia de Aquino

Criar periquitos é um hábito mundial e no Brasil encontramos criadores e criadoras de norte a sul do país. A leitora Andréia de Aquino, da cidade de Vila Nova, no Rio Grande do Sul é mais uma admiradora destas maravilhosas aves. Ela gosta da mutação opalina, onde as listras zebradas do pescoço não aparecem. O periquito fica com a cabeça branca nos exemplares azuis e cinzas e com a cabeça amarela nos verdes e verdes cinzas. Muda também o desenho das asas, destacando-se do corpo, de maneira especial. Para que a tradição seja mantida ela ensina seu afilhado, o lindo garotão Wendel a lidar com os filhotes em seu criadouro.






















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Duvidas do leitor Aroldo Cardoso A. Paulino

O leitor Aroldo da cidade de Marabá -PA, fez contato com o portal Vida de Periquito pedindo orientações sobre seu casal de australiano. Comportamento da fêmea - Alimentação no ninho - Tempo de choco, etc.

Aroldo devido a quantidade de perguntas entendo que você é realmente um iniciante e quer aprender para que possa tratar da melhor maneira suas aves. Desta forma eu te recomendo que leias os artigos diversos que tenho publicado neste blog. É a melhor maneira de começares a entender e facilitar o teu trabalho. Á princípio vou tentar te ajudar, mas talvez fique alguma coisa esquecida e por esta razão te oriento a ler os artigos que estão sempre mais completos.

Dê início basta olhar no ninho uma vez por dia para ver se tem algum filhote morto e retirá-lo.

Comida dentro do ninho não é necessário, os pais pegam comida na gaiola. Existem criadores que colocam algum alimento na parte anterior do ninho, (sementes), quando os filhotes já estão crescidos para que comecem logo a ter contato com alimentos e aprendam logo a se alimentar. Eu nunca usei esta técnica, acredito que temos é que facilitar o trabalho deles (dos pais), colocando farinhadas, milho verde na espiga ovo cozido amassado com cenoura e beterraba ralada, tudo sem exagero e cuidando para que não fique restos azedando na gaiola (mas coloque na gaiola).

Enquanto estão chocando ou estão com filhotes novos, os casais devem estar num local fixo, bem protegido sim, fora de correntes de ar frio, á noite principalmente, e a gaiola não deverá mais sair do local escolhido.

Algumas fêmeas por falta de experiência com filhotes acabam matando um ou outro, mas nas próximas ninhadas elas melhoram. Normalmente elas chocam todos os ovos que estiverem férteis. Cada ovo precisa de 18 dias de choco. Assim que os filhotes saem do ninho ainda precisam ser alimentados pelo casal por mais alguns dias. Por isso só os retire da gaiola quando estiverem se alimentando sozinhos ou se estiverem sendo atacados pelo pai ou pela mãe. Quando percebo que os filhotes começam a ser hostilizados pela mãe, ou pelo pai eu retiro á mãe e deixo que o pai termine de criá-los sozinho.

O esquema de remédios, vitaminas e outras coisas, só depois de três ou quatro rodadas de choco, quando retiramos o casal da gaiola de cria e os colocamos em um viveiro maior (ou uma voadeira) para se exercitarem, tomarem banhos e receberem vermífugos e vitaminas. No período de descanso a fêmea deve ficar dois meses fora da reprodução para que se recupere bem e viva com saúde por muitos anos.

Leia mais:
Cuidados para a comida não ficar em baixo dos poleiros.
Espaço na caixa ninho.
Ambiente adequado ás aves.
Disputa pela caixa ninho.
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Turminha colorida da Raquel Betin



A leitora Raquel Betin nos mandou estas fotos onde podemos apreciar uma fêmea ADA azul face amarela acasalada com um macho verde claro. Os três filhotes apresentam coloração escura e isto nos leva a entender que se o pai é um verde claro então a mãe obrigatoriamente é azul cobalto (escuro), haja visto que dois claros nunca teriam filhotes escuros. A não ser que devido a intensidade de cor apresentada pela foto somada á um escurecimento provocada pela telinha do monitor estejam nos enganado. Uma coisa é certa: Para ter filhos escuros pelo menos um do casal tem que ser escuro.













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Periquito tri-campeão

O criador e amigo Alessandro, do criadouro Santa Maria - RS, está nos apresentando um periquito que galgou destaque entre seus pares e não deu chances para os concorrentes. Este maravilhoso AD ASA CANELA CELESTE foi nada menos que o melhor série rara no campeonato no ano em que participou. Foi tri-campeão regional, estadual e Sul Brasileiro. Para o criador que quiser se aperfeiçoar nesta mutação é só ir observando através desta foto e tentar chegar lá. Parabéns Alessandro, o Vida de Periquito festeja esta conquista com você.


Leia mais:
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Os ADAs da Luciana Martins.

A leitora Luciana Martins nos presenteou com as fotos desta família ADA (arlequim dominante australiano). Caso ela continue criando com estes periquitos (entre eles) acabará se surpreendendo com um ou outro filhote quase que totalmente branco que se chamará duplo fator ADA. Quase que totalmente branco porque estes são azuis, caso seus ADAs fossem verdes então o duplo fator seria quase que totalmente amarelo.

Leia mais sobre ADA:

Embora as fotos não nos de precisão nos detalhes, podemos observar que tem tonalidades diferentes do azul. Azul claro, azul escuro, azul muito escuro, e até um asa canela, este com a melanina marrom que se destaca muito bem sobre as costas. Neste mais escuro nota-se um escurecimento típico de azuis com fator violeta.

Asa canela

Não conhecemos o pedigree destas aves, vai ver que tem mesmo ou até poderá ser um azul malva (dois tons de escuridão).


Duplo fator escuro

A fotografia amadora e a tela do computador não conseguem nos passar exatamente como eles são ao vivo. Portanto Luciana Martins, parabéns pelos seus periquitos, são belos. Mas não te esqueças de quando surgirem os filhotes, nos enviar novas fotos para vermos como ficaram os “duplo fator”.



Leia mais:

Os periquitos da Dani.

Fotos da Semana: Jose Roberto Duran

Contribuição da Nariella

Fotos da semana: Participação de Edison "Luc" Jr.

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Os periquitos da Dani.

A nossa grande leitora e amiga Daniela Bueno, de Piracicaba, SP nos mandou fotos de seu casal de periquitos australianos e dos filhotes. Olhando as fotos dos filhotes deste casal ficamos perplexos com as variedades de mutações que estes seres podem portar sem nos dar nenhuma pista através da cor que eles nos apresentam, (fenótipo).
Observando os filhotes encontramos verdes e azuis, claros e escuros, encontramos Arlequim recessivo e ADA face amarela. Para explicar as mutações destes filhotes, o macho celeste, (pai) tem que ser portador de recessivo mesmo sem apresentar a manchinha característica atrás da cabeça, senão não nasceriam recessivos, a mãe (lutina) é portadora de recessivo, de azul, esconde um tom escuro e um ADA (arlequim dominante australiano) além de ser face amarela. Sendo ela uma lutina, sua capa amarela não nos deixa ver tudo isto que ela porta., (genótipo) .
Observe os filhotes na foto e principalmente aquele que parece creme, quase branco, ao lado da lata de mucilon. É um ADA embora pouco marcado e é face amarela, por isso o tom creme.



ADA face amarela.







Leia mais:
Fotos da Semana: Jose Roberto Duran
Contribuição da Nariella
Participação de Edison "Luc" Jr.
CAROLINA GRANJA, presença "ino"
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Fotos da Semana: Jose Roberto Duran

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Contribuição da Nariella

Hoje a leitora Nariella esta nos presenteando com esta foto deste lindo face amarela ADA cobalto.




Vamos então analisar a figura:

A cor desse periquito é azul cobalto, se ele não fosse face amarela então seria quase totalmente branco. Por possuir a mutação face amarela, esta infiltra por todo o corpo transformando o que era branco em amarelo. Apesar de poucas marcações (chama-se mal marcado) ele é um ADA (Arlequim dominante Australiano). A fêmea indicada para ele é sempre uma azul, de preferência uma azul clara (celeste) que seja grande, para melhorar o porte dos filhotes.

Leia mais:

Primeira cria do ADA celeste gold com a opalina cobalto.

Resposta ao leitor: Arlequim recessivo (Ar).

As cores nos periquitos australianos.

O Arlequim Dominante Australiano - ADA

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Fotos da semana: Participação de Edison "Luc" Jr.

Nosso amigo e leitor Edison Junior procurou o Vida de Periquito para a identificação do sexo deste belo periquito: Macho arlequino recessivo (verde).

Obrigado pela participação Edison!

Leia mais:
Foto da Semana - CAROLINA GRANJA, presença "ino" Foto da Semana: Participação de Kaíque de Sousa
Foto da Semana
Foto da Semana: Colaboração da leitora Marilúcia Almeida
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Foto da Semana - CAROLINA GRANJA, presença "ino"

(clique na imagem para ampliar)
Quando nos referimos á mutação "ino", estamos falando de albinos e lutinos. Para elucidar quaisquer dúvidas á respeito, a Criadora Carolina Granja nos enviou esta foto com um lutino á esquerda, um albino á direita e um face amarela no centro. Sim, um albino face amarela no centro. Ele ainda é um filhote muito novo, mas quando ficar adulto será quase que totalmente amarelo claro (creme).
Leia mais:
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Periquitos do Criadouro Santa Maria, belezas raras.

Mais uma pérola do Criadouro Santa Maria!
Quando nos deparamos com um filhote desta categoria, descobrimos porque não desistimos de criar. Esta é a meta, ver nascer em nosso criadouro uma beleza desse quilate. Parabéns Alessandro Correa, muito bom trabalho.
Este cinza temos a certeza que vamos vê-lo brilhar no campeonato.
Leia mais:
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