Arlequins Recessivos (Ar): variação nas cores


Sou obrigado a me render a toda esta beleza e a perspectiva futura de um grande campeão. Este filhote esbanja qualidade de penas, largura de ombros e tudo mais. Parabéns ao criador Nadiomar Vincetini, este é o verdadeiro padrão de periquitos de exposição.
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O periquito inglês é como um modelo que se apresenta em uma passarela, e fica evidente a exigência de uma boa postura junto ao poleiro. Isto já é o suficiente para desclassificar aqueles que ficam quase deitados ao pousar, constituindo um defeito imperdoável, pois ele deve pousar impecável numa posição imitando os ponteiros do relógio quando marcam 11h25min. Onde sua cabeça é o ponteiro das horas e sua cauda aponta para os 25 minutos (ou 01h35min, da mesma forma). Proporcionalidade do corpo acima e abaixo do poleiro, ou seja, nem muito esticado nem muito encolhido.
Proporcionalidade entre o corpo e a cabeça é fundamental, não adianta ser grande com cabeça pequena. O volume das penas, com uma boa textura, fofa, com penas compridas. O corpo é um fator importante e deve-se evitar periquitos pequenos, com tamanhos abaixo do padrão.
Alguns periquitos são muito finos de corpo, apresentam ombros estreitos e isto o desvaloriza, sendo o maior interesse aos de “ombros largos”, apresentando maior massa peitoral.
Na cabeça devemos observar o topete, ou a coroa (fronte), que é branca nos periquitos azuis e amarela nos verdes. Esta deve ser limpa de pontos pretos, (principalmente nos opalinos), devendo ser branca, amarela ou creme em alguns casos. As pintas do colar devem ser grandes, bem destacadas, possuírem equilíbrio em relação á máscara. A máscara também conhecida por babador é a parte onde ficam as pintas e devem ter um comprimento (profundidade), compatível com a coroa, não causando a impressão de enforcado.
Atualmente tem-se observado uma grande tendência nos campeonatos nacionais e internacionais em valorizar-se bastante o tamanho e largura da cabeça em conjunto com a profundidade e largura da máscara. A procura destas e de outras qualidades é que faz o criador ter que se atualizar sempre num desafio de melhorar cada vez mais o perfil do periquito padrão "exposição".
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Por: Julio Cesar Dutra, criador de Periquito Inglês
“O simples fato de possuir penas é suficiente para definir uma criatura como ave”. Desta forma podemos concluir que todos os pássaros são aves, mas nem todas as aves são pássaros.
Não está relacionado com o tamanho como se pensa: os pássaros são aves pequenas, pois a rolinha é uma ave, e sendo da família dos pombos é ave igualmente á galinha.
Todos os vertebrados providos de penas são aves, inclusive os pássaros, porém os pássaros pertencem a um grupo zoológico bem caracterizado constituindo a ordem dos passeriformes e a esta ordem não se incluem os PERIQUITOS, os tuins, os andorinhões, os agapornes, nem mesmo os beija-flores apesar de suas reduzidas dimensões. Portanto quando formos diferenciar aves de pássaros não podemos relacionar ao tamanho levando-se em conta apenas o critério de classificação.
Pássaros são passeriformes, que tem bico desprovido de membrana na base, tarsos isentos de penas, pés com três dedos dirigidos para frente e um para trás e unha do dedo posterior mais forte que a dos anteriores, dos quais os dois interiores são ligados entre si na base.
Portanto: PERIQUITO, agapornes, beija-flor, rolinha, tuins, andorinhões, pica-pauzinhos, etc., são aves e João de barro, araponga, bentevis, tesouras, andorinhas, gralhas, sabiás, chupins, graúnas, corrupião, etc., são pássaros.
Das cerca de 1590 espécies de aves presentes no Pais (seg. o prof. Helmut Sick ), quase 900 são pássaros.
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